Tiago nos traz uma Interpretação das Escrituras
..aos Mestres Formadores e Testemunhas do Evangelho Pleno em Cristo Jesus.
sábado, 30 de agosto de 2014
“ Ouvi meus amados irmãos. Porventura não
escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do
Reino que prometeu aos que amam? ”
Tg 2 . 5
Olá Queridos, bom dia! vamos então a nossa analise das escrituras hoje.
Esse tipo de comunhão é uma comunhão mais Elevada
no sentido de, não são todos os que são
chamados para serem : ricos na Fé
Ou seja, ricos no conhecimento profundo
Como é isso?
Visto que esse tipo de conhecimento sobre o
suprimento de Deus, cuidados de Deus profundos, trata-se de circunstâncias
aparentemente desafiadoras, não são todos que são preparados para entender o
processo do conhecimento de Deus, em estagio a essas circunstâncias em que
Paulo tratou, fome, necessidade, suprimento etc.
“ Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo ”
para serem ricos na fé ( conhecimento pela
dependência e comunhão ) ”
Os pobres,
os vazios, os ausentes de aparências, são chamados para serem ricos co mais
profundo conhecimento de Deus
Um exemplo interessante me lembro agora de Jó.
Jó estava em todo o recurso material e natural,
ficou ausente de seus recursos e depois Deus o reconstituiu:
Mas o quero enfatizar é que, nesse momento de
desafio Jó disse:
“ Antes eu O conhecia de ouvir falar, agora de
andar com Ele ”
Ou seja, o esvaziamento de Jó, a aparente pobreza
de Jó, fez Jó ver que Deus o poderia sustentar mesmo quando Ele estivesse em
momento vazio
A Força de sustento de Deus, era mais que a
presença dos recursos e pessoas que lhe inspiravam segurança
Um desafio Lindo para nós, a cada dia sermos
chamados para a comunhão plena e vermos as providencias de Deus em todas as
causas em nosso respeito.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
“ Ouvi meus amados irmãos. Porventura não
escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do
Reino que prometeu aos que amam? ”
Tg 2 . 5
“ para serem ricos na fé ”
O aperfeiçoamento de Deus é algo interessante, é
algo como que: Recebemos de Deus, um
conhecimento ainda mais abundante, multiplicado se sua graça
Naturalmente as maiores lições, e as instruções
mais profundas, nós adquirimos em circunstâncias e momentos mais detalhados
também
A Confiança em Deus, ela se aperfeiçoa nos
maiores momentos de nossa vida, a segurança nELe aumenta quando realmente nossa
dependência as obras de suas mãos são completa
Enquanto os recursos nos confortam, enquanto as
nossas esperanças ainda estão em alguma causa, ou algum outro lado ( não que
seja totalmente abominável, confiar por exemplo numa palavra de conforto de um
amigo etc)
Mas estamos aqui, tratando de essência de
direcionamento, essência de comunhão com o Espírito de Deus, essência de escolhas e decisões pela vontade
de Deus,
Então vemos de que enquanto os recursos nos confortam, enquanto
as nossas esperanças ainda estão em alguma causa, ou algum outro lado, os
recursos ainda nos dão um conforto que não é a máxima e total dependência de
Deus
A Riqueza da Fé
Ou Seja a riqueza da fé é a riqueza do
conhecimento de Deus, transformado em nossos dias em obras
É um tipo de riqueza de construção de Deus em que
cresce e aperfeiçoa na total dependência e unidade com Ele
Quando mais dependência com Deus, mãos o
conhecimento e ensino da parte dELe vem sobre nós, para nos capacitar os
desafios adiante
Melhor do que se fossemos supridos de tudo
imediatamente e não recebemos o conhecimento profundo do que é :
A providencia de Deus
O socorro
de Deus
De Quanto Ele realmente cuida dos mínimos
detalhes
De quanto Ele conta os minutos e segundos de
nosso dia e tem controle deles
De quão é forte a sua mão diante de vales que
passamos
Toda essa demonstração e conhecimento de Deus,
nos vem nas circunstância onde Deus se revela em sua maior riqueza para nós
E essa unidade e dependência com Deus, acontece
quando estamos absolutamente vazios das seguranças externa e estamos ligados
pela comunhão com Cristo, prontos para ver todo o agir de Deus, conforme Ele
queira nos direcionar.
Straight To The Heart - Michael W Smith
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Olá Queridos! Vamos a nosso estudo das Escrituras, falando sobre direcionamento interior, nas escolhas divinas e qual a forma que Deus escolhe.
“ Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo? ”
Tg 2.5
Há algo interessante aqui relacionado ao efeito
das coisas materiais e a nossa essência de conhecimento e fé, em questão de
comunhão no Espírito com nosso Deus
Os recursos materiais, as posses, as riquezas de
certa forma, trazem um conforto, porem ao mesmo tempo, uma aparente segurança,
ao mesmo tempo insegura.
Qualquer coisa que nos seja mais confortável
exteriormente, tende a nos fazer mais seguros, seja ela simples ou de
ostentação
Por exemplo:
Um simples sobretudo confortável, nos traz uma
segurança. Porem nós somos ( depois que estarmos com sobretudo ) somos outros seres? Não, nosso
interior é o mesmo
O ponto que quero chegar, trata-se desse
artifício de segurança, de conceitos e confortos materiais que querem nos
prender a confiar apenas no que as riquezas podem fazer, ou nos prender apenas
no que as noticias materiais nos dizem, nos prender apenas ao que as
circunstâncias querem nos levar.
Por nossa segurança nas coisas exteriores ( seja
qualquer tipo de riqueza: material,
emocional, ou intelectual ) ,
E permitir que essa segurança artificial nos
roube a verdadeira comunhão, através do esvaziamento de nosso ser, para a
dependência de nosso Deus,
É deixar que as coisas que as riquezas e coisas
materiais nos dão, alterem a essência da comunhão, direcionamento e vida em
Espírito com nosso Deus
Então Deus escolheu os vazios deste mundo, ou
seja os vazios de auto confiança na própria riqueza material
Os vazios na conclusão apenas material e física e
aparente
( pode ser essa pessoa de posse ou não )
Por outro lado também ressaltamos de que, quanto
mais a dependência com Deus for maior,
mais facilidade tem o Ser de se achegar a Deus
Se a dependência desse Ser, também for
aparentemente financeira, também será um vinculo de proximidade e dependência
de Deus, e essa pessoa verá os efeitos da comunhão e direcionamento de Deus, em
seus mínimos detalhes de cuidados, suprindo cada dia, como o maná para o povo
de Israel no deserto, na porção de cada dia, gerando mais comunhão.
Paulo fala sobre o auxilio de Deus, em tempos de
maiores necessidades,
“ Sei
estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as
coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter
abundância, como a padecer necessidade.”
Filipenses 4:12
Por que?
Porque Paulo sabia o segredo da comunhão em
Espírito e dependência com Deus, mesmo em meio as maiores dificuldades e
dependências
E Paulo sabia que as dependências eram um meio de
levar o interior a Deus, para um encontro com Ele ainda mais pleno
Quanto maior a dependência, mais totalizada é a
comunhão com Deus em aparo, segurança, proteção, fortalecimentos e milagres.
Não importava o que tinha de se ouvir ou passar,
o que importava era a presença intacta da comunhão com Deus Jeová.
Paulo passou momentos de pobreza, de
necessidades, e nesses momentos conheceu a verdadeira mão de sustento único de
Deus
Algo que os recursos presentes, não podem
construir no interior. -> Comunhão
com Deus plena e ajustada
Isso não nos dá direito de ir contra a
prosperidade. Prosperidade é dom de Deus, porem há períodos em que Deus
Trabalha em nosso ser, no esvaziamento do Ser, e a construção da verdadeira
comunhão com Ele, de formas que Ele escolhe onde aperfeiçoar.
Como Deus escolhe? Deus nos escolhe, quando estamos vazios. Forte Abraço Queridos! Firmes no Amor de nosso Deus, em sua graça e misericórdia!
Come, Thou Long-Expected Jesus -
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
“ Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo ”
Tg 2.5
Há algo muito interessante de se analisar
Visto que o Ser humano é envolto de seus próprios
pensamentos, é muito fácil com que ele precise constantemente averiguar quais
são as direções de Deus para ele, diante de cada desafio, de fé, de
conhecimento de sua palavra ativo, em nossas vidas
Em realidade mais profunda de questão, é
necessário nos esvaziarmos de nossos pensamentos constantemente, para que a
direção de nosso Deus seja constante
O Ser interior precisa manter-se vazio
O Ser interior precisa manter-se desativado das
influencias que atrapalham a atuação de toda a capacidade de Deus e das obras
constantes da Fé
Um exemplo entre conceitos materiais humanos, e a
necessidade de nos esvaziarmos de nosso próprio pensamento, vemos em Jesus e as
atitudes dELe.
“ E
Jesus, chegando à casa daquele chefe, e vendo os instrumentistas, e o povo em
alvoroço, Disse-lhes: Retirai-vos, que a menina não está
morta, mas dorme. E riam-se dele. E, logo que o povo foi posto fora, entrou Jesus,
e pegou-lhe na mão, e a menina levantou-se. ”
Mateus 9:23-25
Conceitos de pensamentos próprios, entre o que o
ser humano acha e a verdadeira essência da capacidade de Cristo Jesus em ação
Então é necessário nós nos esvaziarmos. É
necessário nós estarmos realmente centralizados no que a palavra de Cristo e a
realidade dos pensamentos de Deus, nos dizem e nos fortalecem em respeito a
cada circunstancia
As escrituras registram esse esvaziamento, para a
verdadeira definição em Deus e o verdadeiro direcionamento dELe aos nossos
corações através da expressão:
“ Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo ”
Tg 2.5
Essa pobreza está relacionada ao trabalhar do
interior, ao esvaziar-se do apego à confiança apenas de recursos exteriores, do
que as circunstancias exteriores podem oferecer
Uma pobreza que leva ao -> esvaziamento de nosso ser
Um esvaziamento de nosso ser -> que leva ao
reconhecimento e total dependência e direcionamento definido em Deus
Um esvaziamento de nós mesmos que produz maior
comunhão com nosso Deus
Seguimos amanhã
Deus Abençoe Queridos.
Forte Abraço!
Isis Regina - Comunhão
terça-feira, 26 de agosto de 2014
“ Ouvi meus amados irmãos. Porventura não
escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do
Reino que prometeu aos que amam? ”
Tg 2 . 5
Bom dia! Vamos então a nossa reflexão de hoje:
“ Ouvi meus amados irmãos. ”
O ouvir interior é uma das ferramentas onde o
Espírito de Deus, fala com o espírito do Homem e exatamente ai está a resposta
de todas as definições e direcionamento de Deus para as nossas vidas
Não o que vemos aparentemente, não apenas no que
as circunstancias matérias nos demonstram, mais principalmente no que a
comunhão com o Espírito de Deus está a nos dizer
A definição dos nossos pensamentos está na
comunhão com nosso Deus
O direcionamento de nossa vida interior, está no
diálogo com Deus
E isso vem através do diálogo com Deus, da
ligação de comunhão
O que intensifica a comunhão interior com Deus?
Quando nosso ser interior tem a ciência, e o
completo reconhecimento de dependência de Deus, então inicia se o verdadeiro
processo de comunhão, e direcionamento dELe, a vontade dEle
Muitas vezes até chegarmos ao completo
reconhecimento de dependência de Deus, à uma causa que Ele queira nos trabalhar
e no coração, leva processos de construção dessa verdadeira dependência
Questões
como:
1. Senhor Deus, o que o Senhor quer que eu creia
nessa causa?
2. Quais os conceitos e pensamentos nessa causa,
referente a esse assunto que eu devo ter?
3. Quais as minhas atitudes emocionais,
espirituais e exterior que eu preciso ter e devo ter?
E o Senhor nosso Deus é Fiel, para nos fortalecer
seu conhecimento e Fé em nós a ponto de
todos os seus propósitos de estabelecerem em nossas vidas
“ Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo ”
Uma canção declarando toda a nossa devoção a nosso Deus e sua vontade.
CON TODO MI CORAZON - Blest
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Olá queridos a Paz do Senhor nosso Deus, esteja
sobre sua vida, sua alma, seus dias a todo o momento.
Hoje vamos falar de Distinção
Um dos maiores desafios dentro ser, trata-se de
sempre colocarmos a frente nossos pensamentos, do que os de Deus, em respeito a
qualquer assunto
É muito interessante o funcionamento do Ser
Interior, e como ele corre na frente de Deus, e marca, rotula uma causa ou uma
circunstancia, ou um acontecimento da forma secular, de forma peculiar, do
próprio jeito em definição
Interessante de se estudar compassadamente:
Nós temos o nosso pensamento dado por Deus, tão
hábil, que muitas vezes distinguimos tudo:
segundo os nossos pensamentos
As escrituras tratam essa fase e esse processo
como material humano como:
“ Distinção ( não especificamente em Deus
) mas em nós mesmos”
Ou seja, existe uma definição que vem de Deus
para os nossos pensamentos e tudo o que nos acontece.
Mas temos a tendência de primeiro correr para a
nossa própria : Definição – Distinção
Paulo nos diz algo interessante sobre isso, nessa
área de –
Organização de pensamento
Definição de pensamento
Qualidade de desenvolvimento de pensamento diário
Paulo
diz:
“
Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento(
da habilidade, ciência e alcance) de Deus, e
levando cativo
todo o entendimento à obediência de Cristo; ”
2 Coríntios 10:5
Ou seja nossas definições próprias precisam ser
antes de estabelecidas, precisam de estar diante da presença de Cristo
Para que Ele faça conforme sua vontade, para que
Ele nos revele seu querer, segundo tudo o que Ele conhece sobre nossa vida e
tudo em respeito a questão.
E essa definição de Cristo, é independente de
nossa boa intenção, ou conhecimento de toda a circunstancia, se somos
preparados ou leigos em alguma coisa específica em questão.
Cristo conhece todas as coisas e Ele nos definirá
em que podemos acreditar, em que podemos seguir, e estabelecer como conceito.
Ele nos tem uma palavra específica a nosso
coração
Então Tiago no verso quatro nos diz, sobre essa
distinção que não vem da definição inspirada inicialmente por Deus, mas que por
vezes é uma
“ distinção em vós
mesmo”
E quando isso acontece nós acabamos por
sentenciar nossas causas:
sentenciamos nosso futuro,
sentenciamos o desenvolver de nossa vida,
sem antes consultar a direção exata do Senhor
nosso Deus e toda a sua obra, poder e conhecimento em palavra segura de toda a
certeza e estabelecimento
Acabamos por estabelecer sentenças de definições
desajustadas em direcionamento específico
Por isso buscarmos a Deus sempre mais, levando
nosso pensamento a vontade dELe, nos
trará segurança e Ele operará o seu poder.
Esse é o processo da : Distinção pessoal e da
sentença que concluímos na ausência do verdadeiro direcionar de Cristo
Reflexão de nosso versículo em estudo, seguinte:
Porventura não fizestes distinção dentro
de vos mesmos e não vos fizestes juízes de maus pensamentos? ”
Tg 2. 4
Forte Abraço Queridos!
demora um pouquinho,
mas logo o áudio começa.
He Will Come And Save You - Bob Fitts
domingo, 1 de junho de 2014
e atentares para o que traz as veste
preciosa e lhe disserdes:
Assenta-te tu aqui, num lugar de honra, e
disserdes ao pobre: Tu, fica ai em pé ou assenta te abaixo do meu estrado,
Porventura não fizestes distinção dentro
de vos mesmos e não vos fizestes juízes de maus pensamentos? ”
Tg 2.2, 3 e 4
A Reação externa de escolhas, é sempre fruto e reação de construção
interior que temos.
Quando o interior é mantido em si próprio no ego,
tem a tendência de seguir a conclusão externa e impulsos de conclusão material.
Em varias partes das escrituras, nós sabemos que
a Palavra nos fala de que Deus, não olha para o exterior.
Deus não escolhe pelo exterior.
E Deus não trabalha ( na maioria das vezes ) pelo
exterior.
Mas sim pelo Interior.
Deus conhece o Coração, ou seja o Espírito do
Homem, a tendência e a inclinação de obediência do Homem, em consciência
constante reativa na intenção trabalhada em atentar-se para Ele.
Deus não escolhe pelas emoções, nem pelas
palavras do intelecto do Ser humano. Deus não escolhe pela vista
simplesmente.
Mas principalmente, Deus escolhe pelo Espírito.
Observando qual a liberdade do Homem, no Espírito
do Homem, a liberdade que tem dado e dará em futuro para Ele.
Uma escolha natural, ela é neutra para Deus.
Porque para Deus, tanto faz exteriormente uma
pessoa ser nutrido de posses ou não.
Não há diferença exterior para Deus. Porque para
Deus importa primeiro o interior.
O que diferencia de uma escolha humana e carnal.
A escolha humana e carnal, ela olha apenas para o
exterior.
Uma pessoa humana não consegue discernir as
pessoas interiormente, então resta apenas a avaliação exterior.
As preferências exteriores e se porventura há as
vantagens exteriores.
Por que? Porque trata-se de uma escolha carnal e
humana. E não uma Escolha pelo Espírito.
A Escolha pelo Espírito, ela vem da Comunhão com
Deus. E de pensamentos singelos e puros.
A Escolha humana e carnal vem da aparência e das
tendência de impulsos de intelecto humano, da repulsa humana, por gosto,
status, posição, idealismo etc.
Como o Ser para Deus, não tem diferença, a
escolha humana, quando escolhemos pelo
exterior material, o escolhemos não por direção de Deus, mas acabamos por
escolher por nossos próprios parâmetros,
Nossas próprias distinções,
Nossas próprias classificações,
Nossas próprias imposições
E assim nossa escolha exterior humana, passa ser
segundo nossos próprios pensamentos, e requisitos que impomos,
Conclusões criadas na multidão de conceitos
humanos criados em pensamentos próprios.
E essas imposições, são consideradas pelo
espírito de Deus, como Maus pensamentos ( más definições ).
Porque são criadas para bloquear ou facilitar a escolha de alguém por
preferência exterior.
E não por direcionamento de Deus, no Espírito
dEle, no Espírito Santo.
Então vemos aqui Amados, que o nosso próprio
pensamento, posição e regra, pode atrapalhar o agir de Deus, em suas escolhas,
para a nossa vida.
Se antes não mantivermos um coração quebrantado e
humilhado e esvaziado de si mesmo constantemente, esvaziado da multidão de
nossos próprios pensamentos.
Estarmos em comunhão plena com Deus, em
direcionamento com Ele, para entendermos qual será a valorização de cada pessoa
que Ele nos acrescenta no caminho, e quais as suas ( de Deus ) escolhas
especiais, específicas e especiais para nós, incluso em todo o seu plano a
nosso respeito.
Tanto para escolher, como para recebermos as
escolhas de nosso Deus, precisamos nos esvaziarmos de nós mesmos.
Pra não sermos vítimas de nossas próprias
tradições e maus pensamentos.
A fim de termos uma escolha não por obras e por
vista, mas pela comunhão com nosso Deus.